A pergunta exposta ao final da aula de quinta (14 de junho) : “Um jovem teria condições de fugir dessa doença social”, tomada pelos alunos como uma reflexão a se fazer, tem uma visibilidade de solução através da Educação estética. Esta possibilidade contida no texto “Educação estética e Artística”, aqui indicado como uma boa leitura a respeito desse assunto, expõe aspectos relevantes, começando pela estética e sua ligação com os sentidos humanos, até uma análise sobre cinema e a educação do olhar.
Dentro desse contexto, a abordagem do tema em um tom crítico nos revela uma idealização consistente desta visualização de mudança do sistema através da alteração na percepção dos sentidos quando estes são expostos à mídia, assim côo ao imperialismo do imagético.
Fica aqui então, um trecho do texto indicado, como forma de aperitivo a leitura do mesmo:
“Talvez seja mais adequado pensarmos a relação entre um certo cinema que é arte autônoma e a indústria cultural não como uma exclusão recíproca, mas como uma tensão construtiva. O melhor cinema nunca deixa de fazer parte da indústria cultural, mas nunca deixa de tensioná-la e de forçar os seus limites (Araújo Silva, 1999,p.126)”.
Essa é uma das passagens citadas ao longo do texto, o qual critica alguns pontos sobre o cinema, na visão de Adorno, mas o coloca em uma posição favorável à educação estética como propõe Benjamin. Enfim, são visões e suposições também de outros autores contidas no texto.
Legal dar uma olhada!